Perguntas frequentes sobre captação de recursos
Reunimos aqui as dúvidas que mais ouvimos de empresas que estão avaliando BNDES, FINEP, FAPESP e outros programas de fomento.
O que a Lewis Clark faz?
Atuamos como departamento externo de captação. Fazemos o diagnóstico da empresa, identificamos os projetos financiáveis, monitoramos BNDES, FINEP, FAPESP e afins, definimos a estratégia, organizamos as evidências técnicas e financeiras, elaboramos projeto e orçamento, realizamos a submissão e acompanhamos a análise, as diligências e os recursos.
Que tipo de empresa vocês atendem?
Atendemos principalmente empresas com fins lucrativos que tenham uma demanda concreta em desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços; P&D e validação tecnológica; aquisição de máquinas, equipamentos, informática e automação; ou modernização com ganho de produtividade. O porte pode variar de startup a grande empresa. O que muda é o instrumento, o valor disponível, a contrapartida e as exigências financeiras.
Preciso ter um projeto ou plano pronto para conversar?
Não. Uma visão geral do que a empresa quer desenvolver ou melhorar já é suficiente para começar. Estimativas de investimento ajudam, mas a falta delas não impede a conversa, e o material pode estar desatualizado. O primeiro contato serve justamente para entender o momento da empresa e organizar as possibilidades.
Qual é a diferença entre recurso não reembolsável e crédito?
O recurso não reembolsável não precisa ser devolvido como um empréstimo e não exige entregar participação na empresa, mas fica vinculado a um projeto aprovado, com regras de aplicação e prestação de contas. O crédito precisa ser pago e depende da análise de faturamento, patrimônio, garantias e capacidade de pagamento. Os dois podem ser não dilutivos.
Uma startup em estágio inicial pode buscar fomento?
Pode, quando existe um desafio técnico real a resolver. Antes de indicar uma linha, separamos se a empresa busca apoio para desenvolvimento tecnológico ou crédito para investimento e entendemos o que já funciona, qual é a próxima etapa e quanto ela custa.
Usar IA ou automação basta para conseguir fomento?
Não. A distinção não está no uso de IA ou automação em si, mas no que ainda precisa ser tecnicamente criado e comprovado. Para haver uma hipótese de fomento à inovação, o projeto precisa ter uma incerteza técnica real: algo que não se resolve apenas configurando ferramentas existentes e que exija desenvolvimento, testes e validação.
O fomento pode pagar marketing, vendas ou capital de giro?
Capital de giro puro, marketing, revenda, prestação convencional de serviços e expansão apenas comercial têm menor aderência. Avaliamos principalmente projetos de desenvolvimento tecnológico, inovação, modernização, automação, equipamentos e expansão produtiva.
Vocês trabalham com leis de incentivo à cultura ou patrocínio de eventos?
Esse não é o nosso foco. Trabalhamos com recursos reembolsáveis e não reembolsáveis destinados ao desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços e à aquisição de máquinas, equipamentos e tecnologia para modernização.
Quais informações ajudam na primeira conversa?
Objetivo da captação, valor pretendido, em que o recurso seria gasto, faturamento do último ano, patrimônio líquido, número de colaboradores e cidade da sede. A localização do CNPJ e do desenvolvimento também influencia as alternativas disponíveis.
